PROCEDÊNCIA.

Sou feita de carne e sangue
comparando
feito o aço lapidado
pelo fogo foi moldada

Foi batida tantas vezes
resplandecer seu melhor
a brilhar em seus reflexos
nunca a dor foi seu pior

Se sentiu ou não sentiu
pouco importa
se doeu
foram tantas ..Tantos murros
que aos poucos aprendeu

Que polir tem seus reveses
aprender a cada passo
pode ser com as batidas
ou no velho e repetido cansaço

Os aplausos que provoca
nunca ninguém se importa
de saber o que sentiu
se o que vê é beleza
Ou apenas o que existiu!

Minha procedência é humana
foi moldada pelo tempo
hoje fria reverbera
é tocada pelo vento!
Marilene Alagia
BAGÉ RS

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PLUMA ÁUREA
Comentario de Benjamín Adolfo Araujo Mondragón el noviembre 16, 2020 a las 9:10am

¡Bello poema, Marilene!

Ando revisando  cada texto  para corroborar las evaluaciones y observaciones del jurado, antes de colocar los diplomas.

Gracias por estar aquí compartiendo tu interesante obra.

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